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1ª. Mensagem da CEC / agosto de 2020 Liberdade cristã tem limite, 1 Coríntios 10.23  

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Há pessoas que pensam que porque são livres em Cristo, podem fazer aquilo que satisfaz sua carne. E isso é algo bastante comum hoje, em nome da liberdade cristã. E, porque estamos sob a graça de Deus, eles dizem, e não sob a lei, devemos ser irrestritamente livres.
Muitos cristãos têm lutado com uma grande variedade de questões práticas sobre como os cristãos devem viver já que foram libertos em Cristo. Outros têm agido como alguns irmãos relatados na primeira carta aos coríntios, que consideravam que tudo era permitido.

O apóstolo Paulo, em resposta e também em orientação à igreja, ensina que antes de toda e qualquer atitude devemos fazer algumas ponderações:
1.     Nossa decisão precisa estar alinhada com o que se espera de um cristão. Quando se trata de tomar decisões difíceis sobre a forma de exercer a liberdade é sempre útil se perguntar: “É isso o que Cristo faria?” Uma análise honesta da questão sob essa perspectiva evita as ideias preconcebidas e os desejos pessoais, e ajuda a tomar decisões que honram a Deus (1 Coríntios 10.23a);
2.     Nossa decisão precisa edificar a nossa vida espiritual. Devemos considerar o impacto que ela terá em nós e nos perguntar com frequência se cada comportamento, atividade, entretenimento, lazer ou diversão, terá um efeito positivo ou negativo no nosso crescimento espiritual. Uma avaliação honesta de como poderíamos ganhar ou perder deve acompanhar todas as decisões (1 Coríntios 10.23).
3.     Nossa decisão precisa levar em consideração a consciência do outro e não somente a nossa. A admoestação foi de que a liberdade de um cristão precisa se preocupar com a consciência e o bem-estar do próximo, nunca buscando os nossos próprios interesses, pois o nosso propósito não deve ser o de “tropeço ou escândalo ao irmão, mas fortalece-lo” (Romanos 14.13; 1 Coríntios 8.9; 10.24, 29)
4.     Nossa decisão deve estar em sintonia com a vontade de Deus. A Bíblia Sagrada nos dá orientações para nos ajudar a fazer boas escolham que honram a Deus (Salmo 143.10).

O limite da nossa liberdade cristã vai até a consciência do outro pois qualquer decisão que venhamos a tomar pode influenciar vidas para a salvação (1 Coríntios 10.33). O nosso maior exemplo são as nossas próprias atitudes. Portanto, que as nossas decisões estejam alinhadas com a vontade de Deus através da sua Palavra, a Bíblia.

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