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2ª. Mensagem da CEC / agosto de 2017 Que amor é este? Lucas 15.11-32.

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Neste texto vamos meditar sobre o filho mais novo que resolve pedir ao pai sua parte da herança e vai para uma terra distante viver sua vida como achava que deveria viver. Ele cansara-se da casa paterna, do amor e dos cuidados do pai. Ele determinou seguir os ditames de sua própria inclinação. Nessa terra distante ele vai gastando cada centavo do seu dinheiro com seus prazeres, até que todo o seu dinheiro acaba e ele vira quase um mendigo. No momento mais crítico ele atrai-se até pela comida que era dada aos porcos, tamanha era a fome que sentia. Ele, então, se lembra da casa e resolve voltar arrependido e é recebido com muita festa pelo pai.

Veja quais lições podemos extrair da parábola do Filho Pródigo:

1.   O dinheiro não é a fonte da felicidade. Assim como muitos em nossos dias, aquele jovem pensava que tendo o dinheiro em mãos poderia ser feliz.

2.   Assim como aquele filho resolveu se afastar do pai, o ser humano busca afastar-se de Deus para satisfazer os desejos da carne. Alguns até consideram perda de tempo estar servindo a Deus e não satisfazer seus desejos carnais; querem deixar a decisão de servir a Deus para quando ficarem velhos e terem usufruído tudo que o mundo oferece.

·       O significado de viver, no mundo, é a busca do prazer após prazer, muitos amigos, festas e tudo mais.

·       O resultado é o desperdiço dos preciosos anos, o esbanjar das forças do intelecto, do coração e da alma, e a eterna perdição.

3.   Como aquele pai da parábola, Deus ama a cada um de nós, e não nos trata como suas “marionetes”, um Deus que quer o nosso amor, mas que não nos obriga. Ele nos dá a liberdade de tomarmos as nossas decisões e de traçar planos em que muitas vezes Ele não está incluído.

4.   Como aquele pai que ficava aguardando o retorno do filho, Deus aguarda o retorno de cada pessoa que está distante dele.

·       O reconhecimento da situação espiritual é a condição para salvação. Jesus narra que este filho pródigo “cai em si”. Isto é, ele pensa “o que eu estou fazendo aqui meu Deus?”. Ele volta ao “eixo” da vida (Lucas 15.17).

·       Todo o processo do perdão começa no pai. O pai, quando viu o filho ainda longe, correu ao encontro do filho pródigo e o beijou.

·       Quando nós nos arrependemos verdadeiramente das nossas falhas, Deus nos acolhe de braços abertos. E foi exatamente isso que o pai fez, acolheu seu filho arrependido (Lucas 15.32).

NOSSA VIDA É FEITA DE ESCOLHAS. QUAL A SUA?

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