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3a. Mensagem da CEC / maio 2017 A decisão é sua, Lucas 23.39-43

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Ser vítima de um roubo não é nada fácil, principalmente quando acontece de forma violenta. É uma experiência que marca a vida, com a perda dos bens conseguidos de maneira árdua.

O que você considera roubo?

Quando tratamos de um roubo, nossa mente sempre está ligada a valores monetários. Porém, mais do que isso, às vezes são levados o futuro de pessoas, a saúde, a vida, joias, tranquilidade, posses. Roubo é apropriação indébita de bem alheio.

O texto trata sobre dois ladrões que foram crucificados juntamente com Jesus, um a direita e outro a Sua esquerda.

Durante suas execuções eles tiveram procedimentos que resultaram em morte e vida eterna:

  1. A declaração deles demonstra que acompanhavam a multidão onde Jesus estava ensinando e curando: “…Ele nem um mal fez” (Lucas 23.41).
  2. Como muitas pessoas em nossos dias, um dos homens blasfemava de Jesus, pois tinha a ideia errada sobre salvação, achava que mesmo tendo levado uma vida errada, considerava Jesus o responsável em salvá-los: “Salva-te a ti mesmo e a nós também” (Lucas 23.39).
  3. Um deles reconheceu o seu erro e que estava ali por causa dos seus pecados: “…recebemos o que nossos feitos mereciam” (Lucas 23.40,41)
    1. Ele reconhece Cristo como Rei e pede a Jesus para lembrar-se dele ao entrar no Seu Reino (Lc. 23.42).
    2. Recebe a promessa de salvação: “…em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23.43)

Todos os dois conheceram Jesus, o que fazia e o que pregava. Tiveram a mesma oportunidade, mas somente um reconheceu sua situação e se arrependeu, entregando sua vida ao Senhor Jesus.

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