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4ª. Mensagem da CEC/maio de 2019 Como Jesus, eu amo e perdoo

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Embora todos gostem de redenção para suas culpas, historicamente, a maioria sempre se porta como acusadora quando se trata dos pecados ou erros de outra pessoa. Essa cultura é tão latente que, em meio a oportunidade de acusar o seu semelhante, perde-se até a memória dos seus próprios pecados, só para focar em ver o outro pagar pelos seus (João 8.1-11).

I.    A hipocrisia dos acusadores (João 8.7-9)
A intenção banal dos acusadores de atingir Jesus e se vangloriar com o fato de pegar alguém em pecado revela como pode ser maldoso o coração humano (Jeremias 17.9). Por isso, a atitude de acusação traz o mal sobre a vida de quem se coloca como acusador (Gálatas 6.7).

II.    A atitude misericordiosa de Jesus (João 8.7)
1.   Jesus não se envolve em mentiras. Ele não estava tentando dizer que a mulher não estava em pecado, tanto que Ele permite toda a preparação para o apedrejamento da acusação. O que o Senhor estava oferecendo era salvação e perdão (João 3.17). Nós somos chamados para praticar o Cristianismo, que está baseado no amor, perdão e salvação (1João 1.9).
2.    Jesus oferece um novo padrão de juízo: “Tenho que julgar a mim, e este é o único e perfeito juízo que tenho que praticar”.

III.  Devemos imitar a atitude de Jesus (João 8.10-11)
A declaração de Jesus sobre quem poderia atirar a pedra nos faz refletir sobre como às vezes nos achamos no direito de acusar outras pessoas, sendo nós também pecadores (1João 1.8).
1.     Quantas humilhações e constrangimentos produzimos com acusações levianas, quando temos feito coisas mais graves do que aqueles que nós acusamos?
2.     Quantas almas perdidas para o inimigo porque, chegando o pecador na igreja, não o recebemos com amor e misericórdia, porque não consideramos suas vestimentas apropriadas ou pelo que faz na vida? Nos mudamos de lugar no templo ou não apertamos sua mão, dando-lhe o bem-vindo.
3.     Quantos vizinhos e amigos passaram para a eternidade sem Deus por não desenvolvermos amizade com eles, por considerarmos pecadores e nós “santos”?
4.     Quantos membros perdidos em igreja por causa de fuxicos, intrigas e acusações?

Devemos fugir da atitude pecaminosa da acusação e combater esse pecado; precisamos carregar e oferecer o genuíno amor de Jesus aos nossos irmãos, aos desviados e àqueles que ainda não se decidiram por Cristo. Só assim, evitaremos cair na tentação de acusar e julgar o nosso outro.

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