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Hoje, refletiremos sobre uma passagem de Ezequiel 14. Naquela época, os anciãos de Israel buscaram uma palavra divina, mas mantinham o coração repleto de ídolos. Desejavam ouvir a Deus sem abandonar o que competia com Ele. Essa narrativa estabelece uma tese crucial: a idolatria moderna, embora sutil e invisível aos olhos humanos, é transparente para o Criador.
- O PROBLEMA: IDOLATRIA INVISÍVEL
Geralmente, associamos idolatria a imagens e estátuas. Contudo, biblicamente, ela define tudo que usurpa o lugar de Deus. É o que nos domina e desvia o foco do Senhor.
Atualmente, isso se manifesta dissimuladamente: na carreira como identidade, na busca desenfreada por dinheiro, em relacionamentos idealizados ou no vício em redes sociais e jogos. Ezequiel 14:1-3 alerta que Deus discerne as intenções ocultas, mesmo sob uma aparência de justiça. Mesmo que você não perceba, Deus está vendo.
- A RESPOSTA DE DEUS: JULGAMENTO PESSOAL
Deus não se ilude com aparências; Ele sonda o coração (Ezequiel 14:4). A idolatria ergue barreiras e afasta a presença divina. Ademais, o julgamento é intransferível. Não existe “herança de fé”: frequentar a igreja ou participar de uma célula não substitui o arrependimento pessoal. A integridade dos pais não salva os filhos; exige-se entrega exclusiva (Ezequiel 14:6-8).
- A SOLUÇÃO: CAMINHO DE VOLTA
Pela graça, Deus oferece restauração, não apenas condenação. O processo de retorno exige três passos:
- Arrependimento genuíno: reconhecer o ídolo e decidir mudar (Ezequiel 14:6).
- Abandono dos ídolos:ação concreta, como reavaliar o tempo dedicado ao trabalho ou limitar o uso de telas.
- Retorno exclusivo:colocar Deus novamente no centro. O objetivo do julgamento divino visa sempre à restauração do relacionamento (Ezequiel 14:11).
- CONCLUSÃO E DESAFIO
Faça uma autoanálise: o que ocupa o trono que pertence a Deus? É o sucesso, a aprovação alheia, um relacionamento, ou talvez o seu próprio conforto e prazer? O desafio é identificar esse ídolo, abandoná-lo e retornar ao Senhor com um coração indiviso. Ele nos chama para uma aliança plena e exclusiva.