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1ª. Mensagem da CEC / outubro de 2018 Sem restrições, Gn 11.6; João 17.11,21-23

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O individualismo é o estilo de vida padrão da atualidade. Acontece muito de as famílias não se sentarem mais a mesa para agradecer a Deus e fazer uma refeição em comunhão. Cada um faz seu prato e vai comer no sofá, diante da televisão, no quarto ou onde quiser. A experiência dos mais velhos ou dos líderes é questionada e não é valorizada, o que vale é o ponto de vista individual. As crianças, os adolescentes e até os novos convertidos se desenvolvem vendo esse comportamento individual, egoísta, e absorvem esse modelo de vida. Isso é uma das características de nossa sociedade, vivemos essa cultura até no meio da igreja, o que vale é o “EU”. Muitos esqueceram do quanto podemos conquistar quando vivemos não apenas em unidade (quantos estamos unidos, juntos) mas também em unanimidade (quando temos os mesmo alvos e pensamentos), um exemplo disso foi a compra da nossa querida Rede Boas Novas, do Canaã, e de outros projetos, onde toda a igreja, do mais novo ao mais velho, se mobilizou em prol dessas conquistas.

Na contramão dessa cultura, a Bíblia Sagrada define a vivência da Unidade. Sua importância é demonstrada por Deus. Ele vive a unidade de maneira tão completa, que muitos não conseguem entender a trindade, imaginam que o Pai, O Filho e o Espirito Santo são a mesma pessoa.

O poder da Unidade

  1. A Bíblia relata o poder da unidade de um povo que mesmo não sendo servos de Deus resolveram construir uma torre muito alta. Eles disseram: vamos fazer tijolos, e fizeram, vamos usar piche, e usaram, vamos construir uma cidade que tenha uma torre que chegue até ao céu, e começaram a construir. O Senhor vendo a cidade e a unidade deles, disse: o povo é um, todos falam a mesma língua. Isso é apenas o começo, não haverá restrições para tudo que intentarem fazer (Genesis 11.2-6).

–   Não existe restrição para nenhum projeto se concretizar quando este é realizado em unidade.

  1. Quando Israel foi atacado pelos Amalequitas. Moisés enviou Josué e alguns homens para lutar, enquanto ele permanecia em oração pela vitória, seus braços ficavam cansados e suas mãos desfaleciam, declara a Palavra. A derrota era iminente. Entretanto, o quadro foi mudado pela atitude de Arão e Hur. Estes, percebendo o problema, tornaram-se um com Moisés, colocando uma pedra para que se assentasse e segurando-lhe os braços a fim de que as mãos continuassem erguidas até alcançar a vitória completa (Êxodo 17.8-12).

–   Podemos ser responsáveis pela vitória, mas também pela derrota se não estivermos em unidade.

  1. Gideão derrotou os Midianitas com trezentos homens, porque estavam em unidade com ele. (Juízes 7.16-22).

–   A unidade com seu líder traz a ação sobrenatural de Deus.
Na oração de Jesus, no capitulo 17 de João, Ele faz a oração por nós, pedindo ao Pai que sejamos UM com os outros irmãos, com Jesus e com o Pai. Essa é a unidade plena. Quando isso acontece, as pessoas sabem que Jesus foi enviado pelo Pai e que nos ama com o mesmo amor que ama o Filho.

Jesus fez a oração, mas depende de nós tornarmos a unidade real ou não.

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